Publicado há 1 mês • 2 min de leitura

Lar Center Inspiração: Isso não é (apenas) um eletrodoméstico

Sabe aquela pintura surrealista com o desenho de um cachimbo, mas escrito embaixo “Isso não é um cachimbo”? Pois então. A decoração às vezes é tão surreal quanto essa obra de arte, e um certo objeto pode ser muitas coisas, menos o próprio objeto.

A adega da Criss Air deixa suas bebidas na temperatura ideal ao mesmo tempo em que deixa o seu ambiente moderno e elegante. Além da vermelha, existe a opção na cor preta.

Estamos falando de itens pra lá de ordinários, como eletrodomésticos, que tomaram um banho de loja e deixaram de ser meros picadores de frutas para se tornar verdadeiros objetos de desejo – e admiração! – das cozinhas mais exuberantes.

É rosa? É magenta? Não: é cranberry metálico! A batedeira Artisan, da Kitchen Aid, disponível na Fast Shop, é pura extravagância, seja na cor, seja no design retrofuturista. Esse modelo também existe no pra lá de improvável tom verde-abacate.

Depois de um passado glorioso e uma profusão quase psicodélica de cores, passamos por numa era em que o branco se tornou o novo pretinho básico, e tudo na cozinha (e na lavanderia, e no banheiro…) começou a seguir uma paleta tão empolgante quanto um  consultório médico: geladeira branca, fogão branco, batedeira branca, liquidificador branco, forno de micro-ondas branco… – uma brancura total, que nem o comercial do sabão em pó mais potente seria capaz de sonhar.

Os fogões da Bertazzoni, disponíveis na UD House, têm uma paleta ousada e roubam a cena. Imagine esse design robusto em tonalidades como amarelo-mostarda, bordô ou azul-royal.

Mas, felizmente, a ditadura do alvejante ficou para trás. E, junto com cores, os eletrodomésticos ganharam modelos dos mais inventivos, que podem facilmente torná-los protagonistas na decoração da cozinha – com a vantagem de você nem precisar escondê-los logo que terminar de usar.

A linha de liquidificadores da Oster, disponível na Camicado, tem tons inusitados, como o cobre, o vermelho-vivo e o azul-cobalto, tudo com um inconfundível brilho metálico e toque retrô.

Em muitos casos, um jeitão meio retrô acaba sendo inevitável, mas é só impressão – afinal, foi-se o tempo em que acreditávamos que, depois do ano 2000, tudo seria prateado feito o painel de controle de uma nave especial. E no que depender do uso das cores, o futuro não é mais como era antigamente.


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